A retirada de biomassa residual de Pinus taeda L. altera a qualidade física de um Latossolo Vermelho Distroférrico?
DOI:
https://doi.org/10.53661/1806-9088202650263996Palavras-chave:
Solo florestal, Propriedades do solo, Atributos físicosResumo
O desenvolvimento econômico e a agenda ambiental têm avançado de forma conjunta nos últimos anos, o que tem ampliado a necessidade de mitigar os impactos negativos associados à mecanização da colheita florestal, especialmente sobre a qualidade física do solo. Diante disso, este estudo teve como objetivo avaliar as alterações nas propriedades físicas do solo antes e após a colheita florestal, simulando o tráfego de máquinas sobre diferentes quantidades de resíduos. O experimento foi conduzido no município de Quedas do Iguaçu – PR, em um povoamento de Pinus taeda L. com 25 anos de idade, pertencente à empresa Araupel S.A. O solo foi classificado como Latossolo Vermelho Distroférrico. Adotou-se o delineamento em blocos ao acaso, em parcelas subdivididas no tempo, com quatro repetições. Os tratamentos consistiram em cinco níveis de cobertura por resíduos da colheita (0%, 25%, 50%, 75% e 100%), sobre os quais houve o tráfego simulado de harvester e forwarder, representando as operações de corte e baldeio da madeira. As amostragens do solo foram realizadas antes e após o tráfego, compondo as subparcelas. Os resultados indicaram que o tráfego das máquinas promoveu compactação na camada superficial do solo (0–10 cm), independentemente da quantidade de resíduo na superfície. No entanto, os níveis de compactação observados não atingiram limites críticos que comprometessem o desenvolvimento do sistema radicular do Pinus.
Palavras-chave: Solo florestal; Propriedades do solo; Atributos físicos
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