A importância das áreas protegidas na preservação da vegetação rupestre de “Canga”, Carajás, na Amazônia Brasileira

Autores

DOI:

https://doi.org/10.53661/1806-9088202650263943

Palavras-chave:

Afloramentos ferríferos, Composição florística, Espécies endêmicas

Resumo

A vegetação de campos rupestres na Amazônia Brazileira que ocorre em afloramentos rochosos de substrato hematítico possui a menor distribuição geográfica e grande número de espécies endêmicas na Amazônia. O objetivo da pesquisa foi caracterizar a composição florística e a estrutura da vegetação de campos rupestres localmente denominado de “Canga”. O inventário florístico incluiu regeneração natural (plantas com até 30 cm de altura) e estrato arbóreo e arbustivo (plantas já estabelecidas) A abundância de indivíduos e a riqueza de espécies foram significativamente menores nos campos rupestres fora das áreas protegidas em comparação com o interior. As espécies mais abundantes são diferentes entre os locais. As espécies típicas abundantes em campos rupestres em bom estado de conservação dentro da área protegida desaparecem ou têm uma redução drástica da abundância. A composição florística foi diferente entre os campos rupestres dentro e fora da área protegida. A redução na riqueza, abundância de espécies e mudança na composição florística provavelmente está correlacionada aos impactos das atividades humanas.

Palavras-Chave: Afloramentos ferríferos; Composição florística; Espécies endêmicas

Downloads

Publicado

2026-04-22

Como Citar

Ferreira, L. V., Salomão, R. de P., Cunha, D. de A., Matos, D. C. L., Parolin, P., & Jardim, M. A. G. (2026). A importância das áreas protegidas na preservação da vegetação rupestre de “Canga”, Carajás, na Amazônia Brasileira. Revista Árvore, 50(1). https://doi.org/10.53661/1806-9088202650263943

Edição

Seção

Conservação da Natureza

Artigos mais lidos pelo mesmo(s) autor(es)